Mistica Sri Lanka – natureza que surpreende
Madrugad a de 01 de julho, embarcamos para mais uma aventura e exploração, dessa vez para um país fora do circuito turístico tradicional no Oceano Indico. Sri Lanka ou antigo Ceilão, pequena ilha ao sul da Índia, cheia de histórias, repleta de matas verdes, aguas azul turquesa e paisagens de tirar o folego.
Foram 24 horas de viagem, 9 horas de fuso horário afrente ao nosso horário de Brasília quando chegamos na cidade de Colombo, capital do pais as margens do Indico. Chegamos cedinho, 8am, e logo que pousamos o calor invadiu o avião assim que as portas foram abertas.
Do aeroporto ate o Uga Residence, hotel onde ficaria hospedado nessa noite, levamos 45 minutos naquele transito caótico local, onde tuk tuks disputam lugar com carros, motos e ônibus, sem semáforos, regras e ate mesmo aquele para anda sem sentido para nos, mas para eles, super Ok , afinal, já estão habituados.
O Uga Residence e uma antiga mansão inglesa do século 19 que foi transformada em hotel boutique – são apenas 11 apartamentos, no centro de Colombo, região nobre da cidade, cheia de restaurantes, bares, lojas e mercados de alto padrão – supersimpático.

Monges caminham as margens das rodovias ou no entorno de vilas e regiões em busca de paz e lugares para refletirem e mentalizarem boas vibrações para si e para seus adoradores, e são sempre recebidos com um agradecimento visivelmente escancarado do povo local.
Logo pela manha saímos de Colombo rumo a Ulagala, região central do pais, 5 horas em estrada rumo ao Uga Ulagala hotel, localizado em uma propriedade enorme em meio a arrozais e a sítios arqueológicos que posteriormente exploraríamos para entender a relação do budismo e sua importância no desenvolvimento dos mais de três mil anos de historia ali retratados em Templos e cavernas brilhantemente preservados ainda por monges budistas.
Manhã seguinte partimos para explirar um dos mais belos patrimônios da Unesco do mundo – em Sigiriya, escalamos o Rock Fortress, localizado na região de Anuradhapura, esse monumento em granito em meio as montanhas foi no passado uma fortaleza e ainda hoje mantem cavernas com pinturas budistas e tempos de oração visitados por muitos adoradores da religião. Paisagem de tirar o folego e ao mesmo tempo inexplicável local preservado e mantido por peregrinos do budismo – três mil anos de historia, zero tecnologia na época e ate hoje parece que o tempo não tomou conta da beleza e da energia do lugar – algo de arrepiar e ao mesmo tempo de deixa a gente pilhado e energizado – essa foi minha sensação.
Caminhada de 3 horas, visitas feitas, regressamos a Ulagala, agora para fazer um safari em meio a região em busca de elefantes que vivem na região – o elefante para o budismo e um ser sagrado e adorado, porem por viverem em meio a natureza os locais já começaram a impor limites desse convívio, afinal muitos acidentes vinham ocorrendo.
De volta ao hotel, tempo para darmos aquela descansada – já estava na 3ª noite sem sono, bagunçado do fuso – nessa noite havia dormido quatro horas sem parar, o que comemorei, afinal essa diferença de fuso deixou meu organismo bem bagunçado. Mas fazia parte do jogo.
Fomos num bairro predominantemente muçulmano que servia de tudo – comida hindu, árabe, muçulmana, local – tudo junto e misturado. Escolhemos uma barraca onde tínhamos um pouco de cada gastronomia – nosso guia selecionou uma variedade de pratos para que todos degustássemos o que quiséssemos, da forma local, com as mãos.

Me surpreendi positivamente – um sabor de comida da avo. Curry delicioso, pouco apimentado, mas nada que impedisse que provássemos um pouco de tudo. Depois dessa orgia, nosso guia nos levou para conhecer uma iguaria única , incrível, segundo ele – um suco doce e energético. Fiquei mega curioso em saber o que seria isso, mas ok. Quando vi o que era, ri comigo mesmo. Caldo de cana. O nosso, tradicional, com limao. Claro que para mim era comum, mas para os demais, virou motivo de filmagem, fotos, posts e tudo mais. Como somos felizes com tao pouco ne!!!
Já estava ficando tarde e o farol já estava baixando – voltamos pro hotel descansar, afinal, tínhamos que partir cedo.
Degustei na Herman e realmente a diferença e incrível – algo fora da curva. Um produto mais caro, claro, mas com um sabor único e especial. Essa pruducao de cha branco e única e exclusiva deles e so e vendida em dois lugares do mundo – na Herman ali no Sri Lanka e em um distribuidor deles em Paris. Por isso são tao especiais e exclusivos.
Voltando ao assunto anterior e nossa viagem a Yala, seguimos viagem de Galle a Yala, depois de 3h de estrada chegamos no Uga Chena Huts – as margens do Indico, um complexo com 18 bangalôs nos esperava em meio a reserva natural de Yala.
Já era 10h e voltamos pro hotel para aproveitarmos a piscina, praia e discutirmos sobre o que já tínhamos visto e o que ainda desejaríamos ver nesse último dia de viagem.

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