Africa do Sul, exploramos safaris, vinicolas, cores e sabores
A África do Sul é um destino que combina safáris de luxo, vinícolas premiadas e cidades vibrantes em uma única viagem — dos game drives em busca dos Big Five no Kapama Safari Reserve às degustações em Franschhoek e aos pontos icônicos da Cidade do Cabo. Neste relato, a Concierge de Viagem compartilha o roteiro de 7 noites que fizemos pelo país, passando por Kapama, Cidade do Cabo, a região vinícola do Cabo Ocidental e Joanesburgo.
No terceiro trimestre de 2023 finalmente os voos Brasil para Africa do Sul voltaram a operar, depois da pandemia do Covid 19.
Várias opções de cardápio prontamente apresentado pela Charlene, a hostess do restaurante, almocei algo local, pois logo mais, em menos de uma hora, faria meu primeiro safari no Kapama.
Fiquei ali observando por uma meia hora, ate que uma delas sai de fininho rsrsrs, em busca de agua. Perto de onde estávamos havia uma lagoa e seguimos ela, quando digo seguimos, me refiro a estarmos no jeep, seguros e irmos atras dela, devagarzinho.
Na manhã seguinte, arrumar mala, pois voaria para Cape Town. Como a base aérea era ali ao lado, sai com pouco tempo antes do voo, o que ajudou muito a descansar do dia intenso anterior. Voava de Airlink, uma cia aérea local que opera com aviões Embraer, os mesmos da Azul aqui do Brasil – um servico de bordo superbom, poltronas em couro, confortáveis e um voo rápido de 1h40 ate meu próximo destino.
Na manha seguinte, as 8h, me encontraria com o Jonh para fazermos uma programação que normalmente as pessoas levam três dias, mas a missão era cumpri-la em um dia. Parimos do hotel rumo a Table Mountain, a apenas 3 minutos em carro , chegando la , a fila para compra do ingresso estava bem cheia, igual a da subida do bondinho. Sim, há outras formas de subir além do bondinho – várias trilhas a pe levam ate o topo da montanha em ate 3h de caminhada. A paisagem e incrível, mas não tinha esse tempo. Optei por pagar o sistema fastpass, ou fura fila. USD 50 eu fui colocado literalmente dentro do primeiro bondinho e subi ate o topo. La me juntei a um grupo de alemães que estavam sendo guiados por um guarda parque e ouvi todas as explicações a respeito da Table Mountain, do sistema de elevação e de sua história. Muito interessante, mas nada comparado a vista panorâmica 360 graus que temos la de cima. Um passeio imperdível.
Como missão dada e missão cumprida, era quase 18h chegada de volta a Cape Town, mas dessa vez já em outro hotel. Essa noite dormiria no icônico Belmont Mount Nelson, uma referência de luxo na cidade.
Seis garrafas mais pesado, saímos de la rumo a próxima vinícola, bem ao lado, dessa vez uma mais conhecida pelos sommeliers locais, mas desconhecida pelo nosso guia que se surpreendeu novamente. Dessa vez degustamos os vinhos da vinícola vizinha, que realmente me deixaram animados. A sala de estar da vinícola estava cheia, na verdade era 11h e as 8 mesas de degustação estavam ocupadas. Como não tinha tempo de sobra, me apresentei, conheci o enólogo chefe e expliquei que estava ali em busca de novas perolas para nossos clientes amantes do bom vinho. O rapaz so faltou me carregar no colo. Me fez degustar quatro rótulos premium ali mesmo, no balcão da vinícola e e claro que todos eram maravilhosos, o que me fez ficar mais preocupado com a mala. Mais quatro pro estoque. E seguimos.
Partimos de la rumo a Leeu Estates, uma propriedade para os mais exigentes. São dois edifícios, uma casa com seis suítes e outras duas construções em estilo de villa, sendo uma com quatro suítes e outra com duas suítes em meio a montanha cercada de parreirais, realmente um charme. O conceito de luxo e exclusividade se enquadra muito bem com a Leeu Estates. Uma equipe de colaboradores muito simpáticos e atentos, te recebem com um sorriso estampado no rosto e já lhe oferecem uma toalha umedecida fria e um welcome drink conforme seu desejo, já quebrado aquela viagem de uma hora desde a cidade. Ponto alto sem dúvida e o La Petite Colombe, um restaurante gastronômico que atende exclusivamente seus hospedes com uma gastronomia impecável e cheia de surpresas.
O fim de tarde se aproximava e partimos rumo a Cape Town. Nesse dia a pernoite seria no Pullman Cape Town, a 5 minutos a pe do Waterfront, região da cidade as margens do mar – um grande boardwalk, cheio de restaurantes, lojas, centros comerciais e atracões que funcionavam noite adentro. Como cheguei tarde, cheguei no hotel e aproveitei para fazer anotações do dia, e comi ali mesmo, no quarto. Um hotel corporativo, quartos enormes e uma ótima opção para quem busca budget, mas com um bom serviço.
Cedinho, mala pesada e fechada, partimos para visitar hotéis em Cape Town, afinal esse era meu objetivo. Nossa primeira parada foi o hotel Twelve Apostels, a 30 minutos de Cape Town, mas frente mar numa das regiões mais lindas da cidade e ao lado da cordilheira de montanhas que leva o mesmo nome. Um hotel de luxo, charmoso encrustado na montanha, frente mar, realmente e uma alternativa para quem quer fugir do agito.
A 100 mts do Silo, visitamos o Cape Grace by Fairmont, esse hotel recém reformado e recém-inaugurado no Waterfront. Não conhecia como era antes da reforma, mas agora esse hotel conquistou meu coração. Pe direito alto, lobby em tons pastel, todo em vidro, decoração superelegante e clean, piscina externa superconfortável e servida por espreguiçadeiras novinhas em madeira, todas com vista para o mar, acolhem quem quer tomar um sol ou apenas dar um mergulho para refrescar. Os apartamentos, todos reformados, são clean, amplos com janelões ou portas do teto ao chão em vidro, permitindo que a luz do sol entre no ambiente. Realmente um show. Conforto, elegância e serviço a la francesa são o sinônimo desse hotel.
Como essa seria minha última noite em Cape Town, e esse seria meu último hotel na cidade, já fiz meu check-in, guardei minhas coisas no quarto que tinha uma vista única pra Table Mountain e parti para explorar a pe a região do Waterfront, afinal de contas ate aquele momento tinha me dedicado apenas a visita a hotéis e pontos de interesse.
Perguntas frequentes sobre uma viagem de safári e vinícolas na África do Sul
Quantos dias são recomendados para uma viagem de safári e vinícolas na África do Sul?
Recomendamos pelo menos 7 noites, como fizemos nesta viagem: alguns dias de safári no Kapama Safari Reserve, seguidos pela Cidade do Cabo, a região vinícola de Franschhoek e uma passagem por Joanesburgo — sem pressa entre as regiões.
Qual a melhor forma de chegar à África do Sul saindo do Brasil?
Há voos diretos do Brasil para Joanesburgo (cerca de 8h15 de duração). De lá, as conexões regionais — como Joanesburgo/Hoedspruit e Cidade do Cabo — são feitas por companhias locais como a Airlink, com trajetos curtos de cerca de 1h40.
Vale a pena combinar safári com Cidade do Cabo e vinícolas na mesma viagem?
Sim — é exatamente essa a combinação que fizemos e recomendamos: a intensidade do safári, a paisagem urbana e costeira da Cidade do Cabo, e o ritmo mais lento das vinícolas de Franschhoek formam um roteiro completo e complementar.
As acomodações de safári incluem refeições e bebidas?
Sim, os lodges de safári costumam ser all-inclusive, com refeições e bebidas (alcoólicas e não alcoólicas) incluídas na diária — o que facilita bastante o planejamento dessa etapa da viagem.
Existe algum benefício fiscal para turistas que compram na África do Sul?
Sim. Turistas estrangeiros têm direito a até 15% de restituição de impostos sobre compras feitas no país — basta guardar as notas fiscais e apresentá-las no balcão de Tax Free do aeroporto antes do check-in do voo de volta.
Hora de voltar. O Aeroporto era ali do lado, e la fui eu.
Agora chegou a sua hora de planejar sua ida para la. Gostou? Liga pra gente e venha tomar um café com pao de queijo conosco.
Sobre a autora
Fernanda De Santis Cecco Barone tem mais de 25 anos de experiência no mercado de turismo, com passagens por empresas como Accor Hotels, Gol Linhas Aéreas, Selections Viagens, Flytour & American Express Business Travel e OverSeas International. À frente da curadoria de roteiros personalizados da Concierge de Viagem, testa pessoalmente hotéis e experiências — como as sete propriedades visitadas nesta viagem à África do Sul — antes de recomendá-los aos clientes.
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